Todos se lembram bem, ou pelo menos têm uma vaga memória do que estavam fazendo 24 anos atrás, na manhã de 11 de setembro de 2001. Naquele mesmo dia, o mundo presenciava o ataque terrorista às torres gêmeas na cidade de Nova York, nos Estados Unidos, executado pela organização fundamentalista Al-Qaeda que, há muito tempo, planejava o ataque sob coordenação do seu líder Osama Bin Laden.
Minuto a minuto do caos
Às 7h59min, o voo 11 da American Airlines, que colidiu com a torre sul do World Trade Center, partia de Los Angeles com destino a Boston. Às 8h14min, era a vez do voo 175 da United Airlines, que acertou a torre norte, sair do aeroporto de Boston para a cidade de Los Angeles.
Quando o relógio marcava 8h46min, o caos começava a se instalar em Nova York, com o primeiro ataque acertando a torre sul vitimando diretamente os 89 tripulantes do voo 11 da American Airlines. Enquanto o mundo voltava as suas atenções para os Estados Unidos para registrar todas as informações do atentado, o voo 175 da United Airlines cruzava o céu e chocava-se com a torre norte, deixando 60 vítimas que estavam a bordo.
Além dos ataques à região de Manhattan, outros dois aviões haviam sido sequestrados. Eram estes os voos 77 da American Airlines que, às 9h37min, atingiu o Pentágono, em Washington, e o voo 93 da United Airlines que, segundo boatos, tinha como possível destino a Casa Branca, mas caiu no estado da Pensilvânia após os passageiros se rebelarem contra os membros terroristas.
Números da tragédia
No total, 2.996 mortes foram registradas entre os 19 terroristas e as 2.977 vítimas que variam desde passageiros dos voos, socorristas e até pessoas que estavam presentes nos locais onde ocorreram os ataques. Os números do atentado não param por aí, pois segundo dados do Programa de Saúde World Trade Center, mais 48 mil pessoas que sobreviveram ou ajudaram a salvar vidas no 11 de setembro desenvolveram cânceres relacionados ao ataque.
O mundo pós-ataque
O impacto causado pelo 11 de setembro é visto até hoje na sociedade. Na aviação, os cuidados com a segurança dos aviões e as revistas dos passageiros e suas bagagens ficaram bem mais rigorosas. Na cultura, movimentos ligados às religiões e ao patriotismo estadunidense aumentaram subitamente pós o ataque.
Já na política, iniciava-se o movimento dos Estados Unidos para invadir o Afeganistão e derrubar o Talibã, além de capturar o líder da Al-Qaeda e principal idealizador do ataque Osama Bin Laden, fato este que ocorreu apenas no ano de 2011, quando o extremista foi morto pelas tropas norte-americanas no Paquistão.
Fonte: Jornal O Alto Uruguai
