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Liderança

Nova comandante assume a Defesa Civil Regional

Capitã Bárbara Dilly lidera reestruturação do órgão em FW

Nova comandante assume a Defesa Civil Regional

A Defesa Civil Regional de Frederico Westphalen tem nova responsável. Há cerca de dois meses, o cargo de comandante foi assumido pela capitã Bárbara Dilly. Natural de Santa Rosa, ela construiu carreira no setor privado e na advocacia antes de ingressar na Brigada Militar, em 2022. Após atuar em batalhões da capital, assumiu a coordenação regional. “É com grande satisfação que venho falar sobre nosso trabalho e sobre esse início aqui na região”, afirma.

Com a mudança de comando, a Defesa Civil Regional passou por reformulação. O efetivo, que até dezembro de 2024 contava com apenas dois integrantes, foi ampliado para oito servidores, sendo sete militares e um civil. A área de abrangência também foi redefinida. Antes responsável por 65 municípios, a coordenadoria agora atende 60 cidades do Norte do Estado e parte da região de Erechim.

Confira a entrevista

Nova sede

Outra novidade é a transferência da sede para o campus da URI/FW. Até então, as atividades funcionavam junto ao 37º Batalhão de Polícia Militar (37º BPM). “A URI nos recebeu de forma solícita e estamos de mudança para o novo espaço. Isso vai nos permitir atender melhor os municípios”, destaca a capitã. O novo local ainda está sendo estruturado para permitir o atendimento.

Trabalho preventivo

Entre as atribuições da Defesa Civil Regional está o apoio técnico às administrações municipais na elaboração de planos de contingência. “O nosso enfoque é auxiliar o município para que tenha um plano exequível e adequado à realidade local”, explica. A capitã reforçou que os eventos mais recorrentes na região são estiagens, temporais, vendavais e granizo.

Aprendizados

Sobre os desastres de 2023 e 2024 no Estado, Bárbara ressalta a importância da preparação. “O grande aprendizado foi perceber a resiliência das pessoas e a necessidade da prevenção. Hoje, os alertas são respeitados e a comunidade entende que é preciso sair das áreas de risco quando orientada”, avalia.

Fonte: Jornal O Alto Uruguai