O Seminário Regional da Suinocultura irá ocorrer de forma on-line pelo segundo ano seguido, em decorrência da pandemia, com transmissão pelo YouTube, no canal da Emater/RS-Ascar, na noite desta terça-feira, 24, às 19 horas. A Associação dos Municípios da Zona da Produção (Amzop), junto com a Associação dos Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), Câmara Técnica Regional da Suinocultura, Emater/RS-Ascar e Governo do Estado do RS formam o grupo responsável pela idealização do evento.
Assuntos a serem tratados
Os três profissionais que irão palestrar serão o consultor Nilton Elemar Hellesheim, que irá falar sobre sua atuação junto às Comissões para Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração (Cadecs-RS), nas negociações entre integrados e integradoras. Especialista em suinocultura e em Sistema de Integração, o consultor foi contratado pela Acsurs e pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) para a profissionalização dessas Cadecs, que hoje são sete em atividade.
Na sequência, será a vez de Evandro Carlos Barros, analista da Embrapa Suínos e Aves, que falará sobre como os dejetos de suínos podem se converter em oportunidade na agricultura. Quem será o responsável por encerrar a programação é o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo João Santin, que abordará os cenários e desafios para a cadeia de proteína animal.
Os presidentes envolvidos trazem seus pareceres sobre o evento. O presidente da Acsurs, Valdecir Luis Folador, destaca a importância do evento, pois oportuniza aos produtores e demais profissionais ligados ao setor, a atualização de conhecimento dentro dos temas propostos. Já o presidente da Amzop, prefeito de São Pedro das Missões, Antônio Reginaldo Ferreira da Silva, destaca que a suinocultura é uma das principais atividades produtivas em expansão na área dos 43 municípios da associação.
– Possuímos três municípios entre os 10 que mais produzem suínos no Estado, com uma produção superior a 470 mil suínos por ano, com três frigoríficos para o abate em atividade. São números muito expressivos e significativos para o desenvolvimento regional – resume Ferreira.
Fonte: O Alto Uruguai/Assessoria Amzop
