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Opinião

Os retornos e as mudanças

Quanto aprender! É essa a sensação do momento, pós tantas situações que fomos acometidos diante da pandemia.

O retorno aos espaços profissionais, educacionais e sociais marca o quanto temos aprendido a reconstruir vínculos, olhar para as pessoas, administrar as situações de convivência. E é a convivência que marca esse humano, que se faz tão necessário.

Confundimos nossa vida com a tecnologia e com a convivência da presença. Um “com” – viver que peço a “licença poética” para inserir a letra “m”. Viver com:

- pessoas do mundo real;

- pessoas do mundo virtual;

- experiências de fazer de casa o trabalho que no ambiente do trabalho vai ganhar voz;

- esperança;

- novas aprendizagens;

- novas rotinas;

- novos desafios;

- desejo de aprender.

É assim, na convivência que vamos administrando sentimentos, relações, superações pessoais e de processo, e dinâmicas de trabalho que antes não tínhamos tamanha afirmação de tantas mudanças. Disrupções diárias. A única certeza é a mudança!

Um pouco nesta linha que sempre reflito ao tempo de aprender, seja qual for a idade, o sonho e a experiência de vida. Aprender é tão normal quanto os hábitos de higiene. Esse aprender que fazemos, como o pensar “direto”, com raciocínio, hábito, estudo e, também, por meio da convivência com outras pessoas. Isso é a vida, o mais bonito dos processos, quando a gente se renova e entende que pode ser melhor consigo e com outro, afetado pelo sentimento de ser, sem perder o afeto com quem temos ao nosso lado.

Aprender, como já dizem os pensadores clássicos e os contemporâneos na tendência “lifelong learning”, aprender por toda a vida.

**Os textos de colunistas aqui publicados são de sua total responsabilidade e não refletem a opinião do jornal O Alto Uruguai.